''Sempre olhamos para as coisas com olhos velhos. Você chega em sua casa; você olha pra ela sem olhar pra ela. Você a conhece – não há necessidade de olhar pra ela. Você tem entrado nela de novo e novamente por anos seguidos. Você vai até a porta, você abre a porta, você entra. Mas não há necessidade de olhar.
Todo esse processo continua como um robô, mecanicamente, inconscientemente. Se alguma coisa der errado, somente se sua chave não se encaixar na fechadura, assim você olha pra fechadura. Se a chave funciona, você nunca olha pra fechadura. Por causa dos hábitos mecânicos, fazendo a mesma coisa repetidamente de novo e de novo, você perde a capacidade de olhar; você perde a frescura do olhar.''
Todo esse processo continua como um robô, mecanicamente, inconscientemente. Se alguma coisa der errado, somente se sua chave não se encaixar na fechadura, assim você olha pra fechadura. Se a chave funciona, você nunca olha pra fechadura. Por causa dos hábitos mecânicos, fazendo a mesma coisa repetidamente de novo e de novo, você perde a capacidade de olhar; você perde a frescura do olhar.''

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